Campanha de estilo vitoriano, com estética obscura ocorre na cidade de Porto Real, onde o crime e a coroa governam de maneira paralela. O foco da campanha é trazer os personagens a vivencia de uma pessoa tentando sobreviver e prevalecer em um mundo perigoso e obscuro após duas pandemias terem atingido o Império do Aço e derrubado o Imperatus de Magnus Trevithick, “O Coração de Ferro”.

Lore Antecedente

Eesilas Antes do Império do Aço

Antes da Primeira Revolução Industrial de Eesilas, o continente de Eesilas era totalmente rural, liderado por famílias reais fortes. Os únicos capazes de contestar o poder do sangue real eram aqueles aventureiros que tiveram sorte de achar rotas comerciais muito rentáveis, e com influencia suficiente para controla-las.

Por conta da importância de tais rotas comerciais, muitos reis e rainhas faziam acordos e transformavam estas pessoas em seus lordes e ministros. A estabilidade do sangue real durou bastante até a Primeira Revolução Industrial de Eesilas, quando todo o poder das famílias reais começou a ser contestado.

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Surgimento do Império do Aço

Quando o homem dominou o vapor, aqueles que conheciam sobre as fontes de combustível mineral, o carvão mineral e enxofre, surge uma nova classe buscando o poder, visando usar esses combustíveis para alimentar maquinas cada vez maiores seus bolsos se enchiam cada vez mais. Em meio a tantas invenções, desde de industrias têxteis a mineradoras movidas a vapor, as rotas comerciais ainda detinham importância, logo a nobreza ainda tinha poder, porem de forma espaça separada em diversas famílias reais.

Surge então Richard Trevithick, com a invenção da locomotiva, um veiculo movido a vapor que podia carregar toneladas de carga sem nenhum problema e em velocidades muito maiores que os comboios a cavalos de mercantes. Com essa tecnologia a sua disposição surge a Blucher Co. a primeira grande corporação, um império que se tornava mais forte que as famílias reais a medida que dominava cada uma das rotas comerciais de Eesilas, lentamente era a morte do poder da coroa, e dos mercadores.

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Magnus Trevithick

Com a Blucher Co. dominando o continente, as famílias reais ficavam cada vez mais de lado, pois Richard Trevithick mantinha sua corporação em rédeas curtas, sua genialidade sempre inventava soluções novas, não existia lugar que uma locomotiva não podia chegar, e com as falhas do dirigível sua influencia crescia exponencialmente. Porém no auge do seu poder, Richard Trevithick acaba falecendo após contrair uma doença desconhecida, alguns teorizam poder ter sido para a Peste, outros para O Flagelo. Enquanto todos esperam saber quem irá suceder seu trono, seu Filho mais velho, o Sebastian Trevithick, anuncia que renuncia sua herança e não irá assumir a Blucher Co..

E então, a guerra pela cadeira de líder da Blucher Co. começa, talvez algum socio importante, talvez um dos 5 filhos do Richard Trevithick. Essa situação de instabilidade é a oportunidade que toda a coroa estava esperando para retomar seu poder e muito mais que isso. Então, surgem dois fortes candidatos Magnus Trevithick e Lucian Trevithick, o terceiro e segundo filhos mais velhos, respectivamente. Um conhecido por ser um conselheiro da companhia, o outro por ser um homem influente que participa de festas reais e tem ligações sociais e politicas com varias pessoas poderosas. Uma semana depois da guerra começar, Magnus Trevithick assume a liderança da Blucher Co. após assassinar sua própria mãe na frente do conselho depois de expor que ela estava sabotando a votação a favor do seu irmão, a quem era manipulado por uma oligarquia real. Então ao assumir o poder, e demonstrar sua frieza e seu punho firme, Magnus Trevithick ganha seu apelido de “O Coração de Ferro”.

Após assumir a cadeira de líder da Blucher Co., a corporação vira um império, “O Coração de Ferro” é calculista, oportuno e dominador. A corporação deixa de ser o meio de transporte de mercadorias e vira o meio de controle de tudo, roupas, grãos, temperos, meterias primas e armas. O medo de esbanjar coroas vazias toma conta da realeza quando uma guerra perdida começa.

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A Guerra do Fogo

Com a situação perdida a realeza resolve finalmente se unir novamente e busca acabar com o poder da Blucher Co., mostrar que podem controlar os trilhos. Surge então uma dissonância maior entre os trilhos e os nobres, quando eles resolvem tentar queimar os trilhos a fim de parar as locomotivas. Porém esqueceram de levar em consideração o surgimento das armas de fogo, surgindo então os Sentinelas do Aço, filhos dos lordes que agora são sócios portando rifles e armaduras de aço.

Os Sentinelas do Aço totalizam tropas com volume muito menor que as Guardas Reais, porém as suas armaduras e armas os tornavam maquinas de guerra. A única fraqueza de um Sentinela do Aço, assim como de uma maquina a vapor, era o excesso em calor. Então exércitos portanto armas em chamas surgem tentando sabotar as locomotivas, tentativas em vão, talvez eles derrubassem um ou dois Sentinelas com sorte, porém as perdas eram imensas.

Em meio a exércitos e mais exércitos caídos surge a Primeira Grande Epidemia, a Peste começa a acabar com todos aqueles que saíram vivos e até os inocentes.

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O Surgimento das Gangues

Em meio a ascensão da Blucher Co. e posteriormente Guerra do Fogo e As Grandes Epidemias as famílias mercantes ficam desoladas, sem retorno das suas expedições e com riscos cada vez maiores. Surge então As Gangues, o submundo do comercio, começa pelo comercio de produtos que eram fiscalizados nos vagões das locomotivas e posteriormente o saque dos vagões durante as emboscadas, além da Pirataria especialmente com as famílias que faziam o comercio pelo mar.

Os símbolos escolhidos da Gangues eram animais, fruto das crenças xamanistas das famílias nômades. Acredita-se que uma espécie em especifico de animal tem uma ligação ao sangue de cada família e é seu protetor, os comportamentos das famílias também se assemelham ao seu escudo.

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O Renascer das Coroas

As colônias

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