Pequena ilha montanhosa de formação vulcânica no extremo norte da Federação das Colônias, antes controlada pelos Pa’Anami.

Antecedente

Apesar de ser muito montanhosa, a presença de terra roxa, tornou a agricultura local muito forte, com foco no plantio de alagamento e em terraços, isso tornou o arroz e açaí muito presentes na cultura local. O povo local, então, era conhecido mais pelo seu conhecimento, seja como curandeiros ou como construtores, do que pela sua força na guerra.

A Cultura Local

Para o povo de Esme’elda, a arte e espiritualidade está em todo lugar, essa pequena kãinpua conseguia produzir alimentos para se manter e ajudar outras que não tiveram de boas safras durante o inverno.

Também era uma das maiores referências na medicina Pa’Anami e Sa’Aori. Construindo as Kãin’elda para cuidar dos enfermos, e deixa-los repousar em coloridos jardins.

As construções locais se dividiam em dois eixos, o pessoal e o comunitário, a população local não busca destaque na vida pessoal, logo vivem em casa pequenas muitas vezes dentro dos morros e montanhas. Já no comunitário, esbanjavam, prédios com grandes jardins, e arte exposta, o status para o povo local era mostrar mais da sua arte na comunidade, seja decorando jardins, pintando belos quadros, dançando e cantando ou tocando em suas belas tavernas.

A Colonização

Com a descoberta das pedras preciosas, logo a Federação das Colônias preparou a tomada da ilha de Esme’elda, os terraços de arroz, então logo tomaram lugar para as minas. E os antigos prédios comunitários se tornaram sedes das Companhias das Colônias.

As tão férteis terras se tornaram lamacentas e difíceis de se trabalhar. E com a atividade vulcânica voltando a ativa depois das escavações, o espaço para plantio diminui cada vez mais.

A Resistência

As gemas são a materialização de um tipo energia para os Pa’Anami, contendo até energia dos que se foram. Dito isso, pode ser dizer que o povo pacifico e altruísta de Esme’elda não aceitou a Federação das Colônias, criando uma das resistências mais intensas entre todas as ilhas.

Não estamos falando de apenas guerra, estamos falando de envenenamentos. Atos de destruição pública, como colapsar minas e explodir fábricas. E humilhação pública. Vale lembrar que o povo de Esme’elda é altamente artístico e criativo, e eles resistem de diversas formas diferentes das mais leves, a esses extremos. E para eles até quem trabalha para mineração é inimigo, pois estão desrespeitando seus antepassados.

Por conta disso, os mais extremistas da resistência em Esme’elda nem podem mais morar na própria ilha, pois são perseguidos.